OCT | OCT tem registro de ATER deferido pelo Governo do Estado da Bahia

A Organização de Conservação da Terra (OCT), integrante do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade (PDCIS), coordenado pela Fundação Odebrecht, avança mais um passo rumo à sustentabilidade institucional: acaba de ser credenciada pelo Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável do estado do Bahia, como prestadora de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). 

Na prática, a OCT passa agora a não apenas prestar a assistência técnica rural, mas também poderá concorrer a editais e licitações com este serviço. A instituição, que desde 2012 já assistiu tecnicamente mais de 500 famílias e tem uma metodologia com visão voltada para a integração das agendas econômica e ambiental, adaptando a unidade produtiva aos efeitos das mudanças climáticas, tornando-as geradora de renda e serviço ambiental, comemora esta conquista. “Obter esse credenciamento nos possibilita disseminar as tecnologias testadas pela OCT, instrumentalizando dessa forma, técnicos e agricultores para que possam tornar sustentável a paisagem onde atuam”, explica Volney Fernandes, Diretor Executivo da instituição.

O processo de credenciamento passou pela análise de diversos documentos da OCT, além de uma apresentação realizada a um comitê de avaliação. Entre as exigências para a obtenção do certificado constava “dispor de corpo técnico multidisciplinar qualificado e registrado em seus respectivos Conselhos, capaz de atender com qualidade os beneficiários a que se propõe; esta equipe deve ser formada, no mínimo, por três profissionais; um nível superior em Ciências Agrárias, um nível Superior em Ciências Humanas ou Sociais e um de qualquer nível, diferente dos outros, desde que a área seja compatível com a atividade de ATER”. Ter uma base no Estado da Bahia e espaço físico que possibilitasse a promoção de eventos e palestras também eram exigidos.

Segundo Fernandes, dentre todos os requisitos solicitados a OCT se encaixava perfeitamente, principalmente no que diz respeito à equipe técnica qualificada e multidisciplinar. A partir de agora, a instituição seguirá trabalhando na captação de recursos e parcerias para executar projetos na região.

Para Ana Paula Matos, Líder de Conservação Produtiva da OCT, a conquista é importante. “A possibilidade de captação de recursos para ATER nos propiciará melhores condições para ganho de escala a fim de que possamos reaplicar as tecnologias testadas e validar as ferramentas utilizadas por nossa instituição”, reitera.

Eduardo Mamédio, Coordenador de Projetos e responsável técnico pela ATER na OCT, afirma que a aprovação da instituição é um reflexo do trabalho que vem sendo desenvolvido: “Na maioria das comunidades que apoiamos, especialmente no município de Piraí do Norte, era escasso o apoio técnico constante. Hoje os produtores atestam o bom trabalhado executado pela OCT no Baixo Sul. Para conseguirmos a liberação do cadastro, duas associações de agricultores familiares nos forneceram declarações atestando ter recebido serviços de ATER de qualidade nos últimos dois anos, uma comprovação do bom trabalho desenvolvido”, explica.

O registro é válido até setembro de 2018.


  • 13/10/2016 • Geral
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